segunda-feira, 20 de maio de 2013

PENTATLO AERONÁUTICO MILITAR - BASQUETEBOL R E G R A S


REGINA CASÉ – MEDALHA HONRA MÉRITO AUTISTA

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O MUNDO AZUL GRUPO DE PAIS  PRESENTEOU A APRESENTADORA REGINA CASÉ  COM A  MEDALHA HONRA MÉRITO AUTISTA PELA AJUDA E PARTICIPAÇÃO EM SEU PROGRAMA ESQUENTA NA CONSCIENTIZAÇÃO E INFORMAÇÃO DO AUTISMO.
MUNDO AZUL – GRUPO DE  PAIS
O BRASIL PRECISA CONHECER O AUTISMO

sábado, 18 de maio de 2013

AUTISMO - Bruna Linzmeyer interpreta jovem autista em 'Amor à Vida'


Posted: 17 May 2013 03:24 PM PDT

O  convite para viver Linda surgiu logo depois que encerrou suas gravações em Gabriela, em setembro do ano passado. Como já se preparava para uma temporada no Sul ao lado da família - a atriz nasceu em Corupá, no interior de Santa Catarina, e tem parentes em Florianópolis -, foi lá que Bruna começou a ter contato com autistas. 

Em menos de três anos de carreira na TV, Bruna Linzmeyer assume que seu interesse artístico permeia os tipos que destoam dos personagens mais típicos dos folhetins. A atriz já viveu uma russa espevitada em Afinal, O Que Querem as Mulheres, uma jovem em constante conflito interior em Insensato Coração e a dançarina de véus Anabela em Gabriela.  

Agora, a convite do diretor Mauro Mendonça Filho e com o aval do autor Walcyr Carrasco, Bruna encara o que considera o seu maior desafio: dar vida a uma autista na próxima novela das nove da TV Globo, Amor à Vida. "Assim que recebi o convite, caí em lágrimas. E olha que eu ainda nem tinha a noção do quão profundo esse tipo de trabalho pode ser. Acho que é dessas oportunidades que transformam nosso futuro, exploram lados do artista que ele mesmo desconhece", filosofa.

Na história, Linda é filha de Amadeu, papel de Genézio de Barros, e de Neide, interpretada por Sandra Corveloni, e irmã de Leila e Daniel , personagens de Fernanda Machado e Rodrigo Andrade. A família está em constante adaptação à condição da menina, que vive como se estivesse em um mundo à parte na realidade. Uma construção que demanda uma intensa pesquisa e entrega de Bruna.

 "Eu achava que sabia o que é autismo. Mas só agora que passei a conviver com pessoas assim e a ler tudo que encontro sobre o assunto, é que percebo que existe uma profunda falta de informação a respeito", avalia.

O convite para viver Linda surgiu logo depois que encerrou suas gravações em Gabriela, em setembro do ano passado. Como já se preparava para uma temporada no Sul ao lado da família - a atriz nasceu em Corupá, no interior de Santa Catarina, e tem parentes em Florianópolis -, foi lá que Bruna começou a ter contato com autistas. Foram mais de seis meses de convívio intenso e muita leitura. Uma preparação complementada pelos "workshops" da novela e encontros com o "coach" Sergio Penna. "Fiz um trabalho individual intelectual e sensitivo, mas precisava embasar isso com a técnica. Coloco tudo em prática com a ajuda do Sergio, que orienta em como me comportar, falar e até na consciência que a personagem tem de sua própria condição", explica.

No que diz respeito à caracterização, Bruna não tem a menor preocupação. A única coisa que precisa fazer é se despir por completo da vaidade que impera o meio artístico e as produções de novelas . Para isso, o cabelo está sem corte e sua cara fica sempre limpa, sem qualquer vestígio de maquiagem nas cenas. Uma prática que, segundo Bruna, tem lhe ajudado a entender seu próprio comportamento diante da feminilidade. "Tudo isso tem clarificado minha mente em relação às escolhas que faço. De como me produzo ou me arrumo para determinadas situações e, para outras, escolho estar o mais natural possível. Tem sido um exercício bárbaro", argumenta.

Para Bruna, o mais importante neste trabalho é poder mostrar para as pessoas que, assim como ela, a maior parte desconhece o que é de fato o autismo. E, quem sabe, ajudar a promover a inclusão social dos autistas, já que a atriz acredita que a maior parte das pessoas que têm autismo viva de forma solitária. "Nunca estudei com pessoas com deficiência intelectual ou física na escola. Espero que as novas gerações convivam bem com as diferenças desde pequenas, para não ficarem com olhares curiosos quando crescerem", torce.


Fonte : 

Novo instrumento reduz tempo de aprendizado de braille



Posted: 17 May 2013 03:07 PM PDT

Desenvolvido por empresa apoiada pelo Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) da FAPESP, objeto facilita a escrita e a leitura em braille

Por Elton Alisson


Agência FAPESP – A empresa Tece, fundada por uma bióloga que fez mestrado em Educação e atualmente realiza doutorado na Universidade Estadual Paulista (Unesp), desenvolveu uma nova versão de um instrumento de escrita manual para deficientes visuais – chamado reglete positiva – que diminui em 60% o tempo de aprendizado do sistema de escrita e leitura braille.

Apoiada pelo Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), da FAPESP, a empresa já iniciou a comercialização do produto no Brasil e tem planos de exportá-lo.

“Ao todo, o processo de desenvolvimento do produto e de testes em instituições que atendem pessoas com deficiência visual levou seis anos”, disse Aline Picolli Otalara, fundadora da empresa, à Agência FAPESP.

De acordo com a pesquisadora, a reglete convencional existe desde 1837, quando o francês Louis Braille (1809-1852) apresentou a primeira versão do instrumento, composto por duas placas de metal ou plástico, do tamanho de pequenas réguas escolares, fixas uma na outra por meio de uma dobradiça na lateral esquerda e com um espaço entre elas para permitir a introdução de uma folha de papel.

A placa superior possui diversos retângulos vazados, correspondentes aos espaços de escrita em braille (denominadas celas braille). Já a placa inferior tem celas braille com seis pontos côncavos (em baixo relevo) em cada uma delas.

Ao introduzir um instrumento (chamado punção) com uma ponta côncava dentro de cada retângulo vazado da placa superior da reglete, pressiona-se a folha de papel entre as duas placas contra os pontos côncavos dispostos na placa inferior para formar o símbolo braille correspondente às letras, números ou qualquer outro caractere que se deseja escrever. Com a folha virada do lado contrário ao que foi inserida na reglete, os deficientes visuais conseguem identificar, por meio da leitura tátil, os pontos em relevo formados pela pressão exercida pela punção na folha de papel.

Um dos problemas apresentados por esse dispositivo convencional, no entanto, é que, em razão de os pontos serem escritos em baixo relevo e a leitura ser realizada em alto relevo, a escrita é iniciada do lado direito e os caracteres são escritos espelhados de modo que, quando a folha é virada para a leitura (realizada da esquerda para direita), os caracteres estejam do lado correto.

Além disso, no Sistema Braille diversas letras são o reflexo invertido de outras. “Isso gera um esforço maior de quem está aprendendo o sistema braille, porque ele tem de aprender um alfabeto para ler e outro para escrever”, afirmou Otalara.

A fim de solucionar o problema, em 2007, por meio de um projeto apoiado pelo PIPE, a empresa fundada pela pesquisadora desenvolveu uma reglete esteticamente similar ao instrumento convencional, que possibilita escrever os pontos já em alto relevo.

Para isso, ao contrário da reglete convencional, a placa inferior do instrumento possui os seis pontos em cada cela braille na forma convexa (em alto relevo). Para marcá-los, a Tece desenvolveu um instrumento de punção similar a uma caneta sem ponta e com concavidade fechada que, ao ser pressionado sobre a folha de papel entre as duas placas da reglete, forma os pontos já em alto relevo.

Dessa forma, o usuário pode começar a escrever da esquerda para a direita, porque não é necessário virar a folha para ler o que foi escrito. Além disso, precisa aprender um único alfabeto tanto para ler como para escrever em braille.

“Nós desenvolvemos ao longo do projeto diversos protótipos do produto para avaliar alguns problemas técnicos causados por essa inversão na escrita braille”, disse Otalara.

Desafios

Um desses problemas técnicos, segundo a pesquisadora, é que os seis pontos em cada cela braille são muito próximos uns dos outros. Ao marcar um ponto convexo com a punção com a cavidade fechada para fazer um símbolo braille já em alto relevo, se formava um ponto “fantasma” que gerava dificuldade de leitura pelos deficientes visuais.

Na primeira fase do projeto, os pesquisadores da empresa criaram diversos protótipos, com diferentes distâncias entre os pontos, e realizaram uma série de testes de leitura dos textos escritos com o novo instrumento.

“O surgimento desses ‘pontos fantasmas’ foi o fator que tinha impedido, até então, o desenvolvimento desse material”, disse Otalara. “Todas as tentativas anteriores de desenvolver uma reglete que já escreve em alto relevo fracassaram porque não conseguiram superar essa etapa”, afirmou.

Curso na Unesp

Por meio de outro projeto, também com apoio do PIPE, a empresa realizou um curso de Sistema Braille para avaliar o tempo de aprendizado dos participantes por meio da reglete que desenvolveram.

O curso foi realizado com alunos do curso de licenciatura em pedagogia da Unesp de Rio Claro porque, de acordo com Otalara, era difícil encontrar alunos com deficiência visual que ainda não tivessem tido contato com a reglete comum. Por outro lado, os estudantes de pedagogia representam o maior público usuário desse tipo de material.

“Há um número muito maior de professores aprendendo Sistema Braille do que, de fato, deficientes cegos”, estima a pesquisadora.

Os pesquisadores constataram que, com a reglete que desenvolveram, foi possível reduzir em 60% o tempo de aprendizado do Sistema Braille pelos futuros educadores. Com isso, de acordo com Otalara, é possível diminuir o investimento em formação de professores, facilitar o aprendizado e aumentar o interesse do público, em geral, em aprender o Sistema Braille.

“Há uma impressão muito negativa sobre o Sistema Braille. As pessoas já imaginam que é difícil aprender e, quando viam que tinham de aprender a escrever ao contrário, o estigma, principalmente por parte de professores e crianças, aumentava ainda mais”, disse Otalara.

O produto foi batizado pela empresa de “reglete positiva”, porque, no ensino de braille, os pontos em baixo relevo, que não aparecem no momento da escrita, são chamados pontos negativos. Já os pontos em alto relevo – legíveis e sensíveis ao toque com a folha virada do lado contrário ao que os pontos foram marcados pela punção escrita – são chamados de pontos positivos.

Máquina de escrever em braille

Alguns dos resultados do projeto da reglete positiva serão utilizados pela empresa para desenvolver, também com apoio do PIPE, uma máquina de escrever em braille.

Muito utilizado por pessoas com deficiência visual tanto em sala de aula como no mercado de trabalho, o equipamento é relativamente caro – custa em torno de R$ 2 mil –, ainda não há nenhum fabricado no Brasil e sofreu poucas variações desde que foi criado.

A empresa brasileira pretende desenvolver uma versão nacional do produto, torná-lo mais viável economicamente e melhorar alguns aspectos técnicos, como peso e design, para diminuir o esforço do usuário para manuseá-lo e transportá-lo.

Para desenvolver o protótipo, a empresa fez uma parceria com o Centro de Tecnologia da Informação (CTI) Renato Archer, de Campinas, que possui um centro de prototipagem e um laboratório de tecnologia assistiva.

As seis teclas correspondentes aos pontos braille e o material impresso pelo equipamento seguirão o padrão da reglete positiva desenvolvida pela empresa.

Apesar de ser um pouco maior do que o utilizado na escrita em braille em baixo relevo (negativa), o novo padrão facilita a leitura tátil.

“Como os pontos são um pouco mais ‘gordinhos’, eles são mais parecidos com o braille impresso em livros”, comparou Otalara. “Por isso, são mais fáceis de serem lidos por meio da leitura tátil”, afirmou.

O desenvolvimento da reglete positiva resultou em um pedido de patente, que está em processo de avaliação. O produto é vendido no site da empresa – que possui recursos de navegação para pessoas com deficiência visual – e em lojas especializadas. 


PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO FÍSICA PARTICIPAM DE CAPACITAÇÃO EM ESPORTE ADAPTADO


Com o apoio o apoio do Governo do Estado, por meio da Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (SUDESB), a Federação Baiana de Desporto de Participação realiza desta sexta-feira a domingo (17 a 19), no Campus da Universidade Estadual da Bahia (UNEB), em Jacobina, as ‘Clínicas e Jogos de Esporte Adaptado’ - uma série gratuita de capacitações em modalidades esportivas voltadas para profissionais de educação física, técnicos, voluntários e estudantes que atuam com pessoas com deficiência.

A iniciativa prossegue nos dias 26 a 28 deste mês, em Alagoinhas, e entre 26 e 28 de julho, em Teixeira de Freitas. As inscrições podem ser realizadas pelo e-mailfbdp01@gmail.com.

Na quarta-feira (15), como parte do projeto aconteceu um festival de natação para pessoas com deficiência, com a participação de mais de 40 alunos de diversas instituições da capital e Simões Filho, incluindo das Escolinhas da SUDESB, que praticam o esporte no núcleo de Pituaçu.

Segundo o professor de educação física, Cristiano Weslley, por meio “de eventos como este, nós mostramos que eles são capazes de realizar atividades de qualquer tipo, desde que respeitem as suas limitações. Ao fim da competição todos saem premiados e satisfeitos com a integração e o lazer”.

Nos meses de junho e agosto outros eventos deverão acontecer em Salvador. De acordo com o presidente da Federação, Audival Júnior, a ideia é incentivar o paradesporto na Bahia com atividades de socialização. “A nossa proposta é reunir os alunos para a prática de futebol de areia”. Mais informações aqui, pelo telefone 71 9185.2942 ou e-mailfbdp01@gmail.com.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Livro "PESQUISA NACIONAL DE TECNOLOGIA ASSISTIVA"




GALVÃO FILHO, T. A., GARCIA, J. C. D. Pesquisa Nacional de Tecnologia Assistiva. São Paulo: Instituto de Tecnologia Social - ITS BRASIL e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação - MCTI/SECIS, 2012, 68 p., ISBN: 978-85-64537-04-0.

Capa do livro

Ficha Catalográfica
                                                                                                   
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MATEMÁTICA PARA CEGOS: MULTIPLANO

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